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Monday, February 19, 2018

PT - Manlio Dinucci -- A arte da guerra: A NATO já votou antes de nós


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A arte da guerra

A NATO já votou antes de nós

Manlio Dinucci


Existe um partido  que, mesmo que não se manifeste, participa nas eleições italianas: o Partido da NATO, formado por uma maioria transversal que apoia explicitamente ou concorda tacitamente,com a adesão da Itália à Grande Aliança. sob o comando dos Estados Unidos.

Isso explica por que motivo, em plena campanha eleitoral, os principais partidos aceitaram tacitamente os novos compromissos assumidos pelo Governo,  na reunião dos 29 Ministros da Defesa dos países NATO (para a Itália, Roberta Pinotti), de 14 a 15 de Fevereiro, em Bruxelas.

Os ministros participaram, primeiro, no Grupo de Planeamento Nuclear da NATO, presidido pelos Estados Unidos, cujas decisões são ultra secretas. Depois, reunidos como Conselho do Atlântico Norte, os ministros anunciaram, após apenas duas horas, decisões importantes (já tomadas noutros lugares) para “modernizar a estrutura de comando da NATO, a espinha dorsal da Aliança.

É estabelecido um novo Comando Conjunto para o Atlântico, situado, provavelmente, nos Estados Unidos, com o objectivo de “proteger as linhas de comunicação marítima entre a América do Norte e a Europa”. Inventa-se, deste modo, o cenário dos submarinos russos que poderiam afundar navios mercantes nas rotas transatlânticas.

Também é estabelecido um novo Comando Logístico, localizado, provavelmente, na Alemanha, para “melhorar o movimento das tropas e dos equipamentos essenciais à defesa, na Europa".

Inventa-se, deste modo, o cenário de uma NATO forçada a defender-se de uma Rússia agressiva, enquanto é a NATO que concentra, agressivamente, forças armadas nas fronteiras com a Rússia.

Nesta base serão instituídos na Europa, outros comandos da componente terrestre para “melhorar a resposta rápida das nossas forças”.

Também está previsto um novo Centro de Operações Cibernéticas para “fortalecer as nossas defesas”, situado no Quartel General de Mons (Bélgica), chefiado pelo Comandante Supremo Aliado na Europa, que é sempre um general americano, nomeado pelo Presidente dos Estados Unidos.

Está confirmado o compromisso de aumentar as despesas militares: nos últimos três anos, os aliados europeus e o Canadá aumentaram globalmente 46 biliões de dólares, mas é apenas o início. O objectivo é que todos alcancem pelo menos 2% do PIB (os EUA gastam 4%), de modo a haver “mais dinheiro e, portanto, mais capacidades militares”. Os países europeus que até agora atingiram e ultrapassaram esta quota são: a Grécia (2,32%), a Estónia,a Grã-Bretanha, a Roménia e a Polónia.

A despesa militar da União Europeia - foi reiterado numa reunião com a Alta Representante da UE para a Política Externa e Segurança, Federica Mogherini - deve ser complementar à da NATO.

A Ministra Pinotti, confirmou que “a Itália, respeitando o pedido dos EUA, começou a aumentar os gastos com a Defesa” e que “continuaremos por esse caminho que é um caminho de responsabilidade”. Portanto, o caminho está traçado. Mas disto não se fala na campanha eleitoral. Entretanto,  sobre a adesão da Itália à União Europeia, os principais partidos têm posições diversas, mas, sobre a aderência da Itália à NATO, são praticamente unânimes.

Isto distorce todo o panorama. Não se pode discutir a União Europeia ignorando que 21 dos 27 países da UE (após Brexit), com cerca de 90% da população da União, fazem parte da NATO sob o comando dos EUA.

Não se podem ignorar as consequências políticas e militares – e, ao mesmo tempo, económicas, sociais e culturais - do facto, de que a NATO está a transformar a Europa num campo de batalha contra a Rússia, representada como uma inimiga ameaçadora: o novo “Império do Mal”, que mina, por dentro, “a maior democracia do mundo”, com o seu exército de trolls.

*Troll = alguém que deixa uma mensagem intencionalmente irritante na internet, para chamar a atenção ou para causar problemas.

Il manifesto, 20 de Fevereiro de 2018


NO WAR NO NATO



IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra: Ha già votato la NATO prima di noi


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L’arte della guerra

Ha già votato la NATO prima di noi

Manlio Dinucci


C’è un partito che, anche se non compare, partecipa di fatto alle elezioni italiane: il NATO Party, formato da una maggioranza trasversale che sostiene esplicitamente o con tacito assenso l’appartenza dell’Italia alla Grande Alleanza sotto comando USA.

Ciò spiega perché, in piena campagna elettorale, i principali partiti hanno tacitamente accettato gli ulteriori impegni assunti dal governo nell’incontro dei 29 ministri NATO della Difesa  (per l’Italia Roberta Pinotti), il 14-15 febbraio a Bruxelles.

I ministri hanno prima partecipato al Gruppo di pianificazione nucleare della NATO, presieduto dagli Stati Uniti, le cui decisioni sono sempre top secret. Quindi, riunitisi come Consiglio Nord Atlantico, i ministri hanno annunciato, dopo appena due ore, importanti decisioni (già prese in altra sede) per «modernizzare la struttura di comando della NATO, spina dorsale della Alleanza».

Viene stabilito un nuovo Comando congiunto per l’Atlantico, situato probabilmente negli Stati Uniti, allo scopo di «proteggere le linee marittime di comunicazione tra Nord America ed Europa». Si inventa in tal modo lo scenario di sottomarini russi che potrebbero affondare i mercantili sulle rotte transatlantiche.

Viene stabilito anche un nuovo Comando logistico, situato probabilmente in Germania, per «migliorare il movimento in Europa di truppe ed equipaggiamenti essenziali alla difesa».

Si inventa in tal modo lo scenario di una NATO costretta a difendersi da una Russia aggressiva, mentre è la NATO che ammassa aggressivamente forze ai confini con la Russia.

Su tale base saranno istituiti in Europa altri comandi della componente terrestre per «migliorare la risposta rapida delle nostre forze». Previsto anche un nuovo Centro di Cyber Operazioni per «rafforzare le nostre difese», situato presso il quartier generale di Mons (Belgio), con a capo il Comandante Supremo Alleato in Europa che è sempre un generale USA nominato dal presidente degli Stati Uniti.

Confermato l’impegno ad accrescere la spesa militare: negli ultimi tre anni gli alleati europei e il Canada l’hanno aumentata complessivamente di 46 miliardi di dollari, ma è appena l’inizio. L’obiettivo è che tutti raggiungano almeno il 2% del pil (gli USA spendono il 4%), così da avere «più denaro e quindi più capacità militari». I paesi europei che finora hanno raggiunto e superato tale quota sono: Grecia (2,32%), Estonia, Gran Bretagna, Romania, Polonia.

La spesa militare dell’Unione Europea – è stato ribadito in un incontro con la rappresentante esteri della UE Federica Mogherini – deve essere complementare a quella della NATO.

La ministra Pinotti ha confermato che «l’Italia, rispettando la richiesta USA, ha cominciato ad aumentare la spesa per la Difesa» e che «continueremo su questa strada che è una strada di responsabilità». La via dunque è tracciata. Ma di questo non si parla nella campagna elettorale. Mentre sull’appartenenza dell’Italia all’Unione europea i principali partiti hanno posizioni diversificate, sull’appartenenza dell’Italia alla NATO sono praticamente unanimi.

Questo falsa l’intero quadro. Non si può discutere di Unione Europea ignorando che 21 dei 27 paesi UE (dopo la Brexit), con circa il 90% della popolazione dell’Unione, fanno parte della NATO sotto comando USA.

Non si possono ignorare le conseguenze politiche e militari – e allo stesso tempo economiche, sociali e culturali – del fatto che la NATO sta trasformando l’Europa in un campo di battaglia contro la Russia, raffigurata come un minaccioso nemico: il nuovo «impero del male» che mina dall’interno «la più grande democerazia del mondo» con il suo esercito di troll.

Il manifesto, 20 febbraio 2018


NO WAR NO NATO


Lavrov: Russia ready for partnerships based on mutual respect

Lavrov: Russia ready for partnerships based on mutual respect

Yet again, Sergey Lavrov offers his country to the world as an equal partner, not to be the apprentice or toady to the whims of the West

 


To hear the Western media talk, the Russian Federation has become the most powerful and influential nation on Earth. Russia can influence elections in faraway lands, and change the minds of people through Facebook ads, as long as the catering is done by a good Russian company, of course.
But wait, that’s probably not what the Western media wants to say. They want to tell us that Russia is a problem because it has the amazing ability to do all these things.
Well, thankfully, that is about as ridiculous as it has gotten, and Russia’s Foreign Minister Sergey Lavrov once again tried to set matters straight.
At the Munich Security Conference on February 17, the Foreign Minister discussed many of these kinds of problems, the discomfort in the West, and the discomfort about the increasingly abnormal relations between Russia and the European Union. There is a split in opinions among the 27 member nations, as some of them believe the Western line totally, and others disagree, based more on experience in dealing with Russia than on the rhetoric spearheaded by a certain non-European power three thousand miles west of Spain.
Russia has been made the scapegoat for most of the West’s problems for years now. In November, for example, British PM Theresa May accused Russia of threatening the international order of the world. However, this does nothing to counter the rise in knife-related attacks and stabbings in London and the UK at large. The American Democrat Party, and not a few Republicans, blame Russia for the successful election of Donald Trump, a man who doesn’t play by DC rules, to the presidency.<z

Sunday, February 18, 2018

PT - GUERRA NUCLEAR : 3.3 Os falsos alarmes de ataque nuclear






MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR

O PRIMEIRO DIA


De Hiroshima até hoje:

Quem e como nos conduzem à catástrofe



3.3  Os falsos alarmes de ataque nuclear

Na noite de 25 de Novembro de 1961, todas as comunicações entre a NORAD (Comando de Defesa Aérea Norte Americana) e o SAC (Comando aéreo Estratégico) interromperam-se devido a uma sobrecarga das linhas. Dado que poderia ser o início de um ataque soviético, o NORAD lança o alarme alfa, o nível máximo de alerta, preparando-se para dirigir contra a URSS os bombardeiros B-52 e lançar mísseis nucleares.

Na manhã de 9 de Novembro de 1979, salta um outro alarme nuclear, quando um oficial do NORAD, introduz, inadvertidamente, num computador ligado à rede radar, uma fita com um programa registado, usado nos exercícios contra um ataque soviético. Sobre os visores dos radares aparecem, então, bombardeiros e mísseis intercontinentais soviéticos a dirigir-se para os EUA.

Novo alarme nuclear no NORAD na noite de 3 de Junho de 1980, quando, devido a uma falha nos computadores, aparecem 4 algarismos que indicam o número de mísseis soviéticos a chegar, no lugar de um zero aparece um dois, assinalando a chegada dos dois primeiros e depois, duzentos mísseis.

Na noite de 26 de Setembro de 1983, surge outro alarme nuclear também na URSS. Naquele momento, o comando de um centro de controlo, perto de Moscovo, está o Tenente Coronel Stanislav Petrov, um analista que substitui um dos militares profissionais. Quando se acende uma luz vermelha, assinalando o lançamento de um míssil de uma base americana contra a URSS, Petrov e a sua equipa verificam a operacionalidade do sistema, o que é regular. De repente, acendem-se outras luzes vermelhas, indicando o lançamento de outros mísseis da mesma base. Segundo o protocolo, neste ponto, Petrov deveria dar o alarme às autoridades civis e militares, que tinham apenas 12 minutos para lançar o contra ataque nuclear. Em vez disso, considerando irreal um ataque americano proveniente de uma única base, comunica às referidas autoridades que se trata de um mau funcionamento do sistema de controlo soviético. O momento é dramático: tem de aguardar o escoar de meia hora  a partir do presumível lançamento, para ter a confirmação se é, efectivamente, um falso alarme. O que provocou o sucedido, foi um reflexo de luzes sobre as nuvens, que um satélite tinha assinalado como sendo o brilho dos foguetões dos mísseis balísticos intercontinentais, lançados dos Estados Unidos contra a União Soviética.

Ler mais em
https://nowarnonato.blogspot.pt/2018/02/pt-guerra-nuclear-33-os-falsos-alarmes.html


I Wish I Didn't Know That REAL-LIFE TALES OF CLOSE CALLS, SCREW UPS, AND NUCLEAR NEAR MISSES.

Untion of Concerned Scientists



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1      That Time We Bombed Spain

2      A ROUTINE REFUELING OPERATION WENT HORRIBLY WRONG WHEN A B-52 CRASHED OVER A SMALL SPANISH FISHING VILLAGE, DROPPING FOUR NUCLEAR WEAPONS AND CONTAMINATING OVER A THOUSAND TONS OF EARTH.

On January 17, 1966, a B-52 carrying four nuclear weapons collided with a tanker during a routine midair refueling operation over Palomares, Spain, causing both planes to crash. The conventional explosives in two of the bombs detonated on impact. While the nuclear warheads were not triggered, the explosions dispersed plutonium—which is both radioactive and toxic—throughout the area.

Another bomb landed in a riverbed, but did not detonate and was recovered.

The fourth bomb landed in the Mediterranean, taking nearly three months and the most expensive salvage operation in US history to locate and recover. A local fisherman involved in the search subsequently tried to claim salvage rights to the bomb, but settled with the Air Force out of court.

Although the US removed more than 1,400 tons of contaminated soil and vegetation from the crash site, tests continue to show lingering contamination. In October 2015, Secretary of State John Kerry signed an agreement with Spain to further restore the site.
3      Had enough?
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PT -- GUERRA NUCLEAR -- Capítulo 3 O Barril de Pólvora Nuclear -- 3.1 Um Milhão de Hiroshimas







MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR

O PRIMEIRO DIA


De Hiroshima até hoje:

Quem e como nos conduzem à catástrofe



Capítulo 3
O Barril de Pólvora Nuclear
3.1  Um Milhão de Hiroshimas

De 1945, o ano em que se inicia a corrida aos armamentos nucleares, até 1991, o ano em que a destruição da União Soviética assinala o fim da guerra fria, estão fabricadas no mundo cerca de 125.000 ogivas nucleares: destas, mais de 53% (mais de 65.000) dos EUA, 44% (55.000) da União Soviética. Das fábricas dos EUA saem, no período 1959-1961, 6.500 armas nucleares por ano, uma média de cerca de 25 por dia laboral. As fábricas soviéticas trabalham ao mesmo ritmo.

Cada uma das duas super potências apetrecha-se, desta maneira, de um arsenal nuclear que lhe dá a capacidade de destruir a outra: é a estratégia da «mutua destruição assegurada» (na sigla inglesa «MAD», «louco»).

Cerca de 3.500 armas nucleares são fabricadas globalmente pela França (1.260), Grã-Bretanha (1.250), China (600), Paquistão (100-120), Índia (90-100), Israel (80-400) e África do Sul (6).

A despesa é enorme e prossegue até depois da guerra fria. Estima-se que os EUA gastaram em armamento nuclear, no período de 1940-1996, mais de 5.800 biliões de dólares (referido ao valor constante do dólar em 1996). Se essa soma fosse constituída por notas de um dólar, amarradas em pacotes, podia-se construir um muro de dólares com a altura de 2,5 metros que circundava a Terra 100 vezes, sobre o Equador. Adicionando as despesas tidas com os armamentos nucleares da União Soviética/Federação Russa e dos outros países, podia-se, no mínimo, duplicar a altura do muro de dólares em volta da Terra.

Acumula-se assim no mundo um arsenal nuclear que, nos anos oitenta, atinge provavelmente os 15.000 megaton, equivalente a mais de um milhão de bombas de Hiroshima. É como se cada habitante do planeta estivesse sentado sobre 3 toneladas de TNT. A potência do arsenal nuclear supera 5.000 vezes a de todos os engenhos explosivos usados na Segunda Grande Guerra mundial.Cria-se, pela primeira vez na História, uma força destruidora que pode aniquilar da face da Terra, não uma, mas muitas vezes, a espécie humana e quase todas as outras formas de vida.

Para o fabrico das armas nucleares, são produzidas, durante a guerra fria, mais de 250 toneladas de plutónio: bastavam 150 kgs, oportunamente distribuídos, para provocar o cancro do pulmão a toda a população humana. Produzem-se, sempre para fins militares, 2.200 toneladas de urânio altamente enriquecido (HEU).

Uma herança mortal, que a corrida aos armamentos nucleares deixa às gerações futuras. O período de redução para metade (o tempo que ocorre para que a radioactividade se reduza à metade da inicial) é, para o plutónio, 24.000 anos. Isto significa que essas 2.200 toneladas de urânio enriquecido (HEU) permanecem perigosas durante 250.000 anos, um período de tempo correspondente a 10.000 gerações humanas.

A seguir
3.2  A «maleta nuclear»

Capítulos anteriores disponíveis em

Saturday, February 17, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 2.9 A Bomba secreta de Israel – Parte 2 + 3









MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR

O PRIMEIRO DIA


De Hiroshima até hoje:

Quem e como nos conduzem à catástrofe




2.9 A Bomba secreta de Israel – Parte 2

Poucos dias depois, Israel rejeita a resolução 487 com a qual, em 19 de Junho de 1981, o Conselho de Segurança das Nações Unidas lhe ordena, entre outras coisas, de colocar todas as suas instalações nucleares sob a jurisdição da IAEA. Rejeita também as cinco resoluções que a Assembleia Geral emite, entre 1981 e 1989, sobre o armamento nuclear israelita. Na resolução de 15 de Dezembro de 1989  (44/121), a  Assembleia Geral «reitera a sua condenação à recusa de Israel em renunciar à posse de armas nucleares; exprime profunda preocupação pelo facto de Israel continuar a produzir, desenvolver e adquirir armas nucleares e a experimentar os seus transportadores; convida todos os Estados e organizações que não o haviam ainda feito, a não cooperar mais com Israel e a não lhe dar assistência no campo nuclear; pede, mais uma vez, que esse Estado coloque todas as instalações nucleares sob a alçada da jurisdição da Agência Internacional da Energia Atómica; reitera o seu pedido para que a IAEA suspenda toda e qualquer cooperação com Israel, que possa contribuir para a sua capacidade nuclear; pede, mais uma vez, ao conselho de Segurança, para tomar medidas urgentes e eficientes para que Israel se adapte à resolução 487 do mesmo Conselho». Nada disto acontece.

Ler mais em

 2.9 A Bomba secreta de Israel – Parte 2

 2.9 A Bomba secreta de Israel – Parte 3


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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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